Lição 03 - A Fé Sem Obras é Morta

"Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou" - I João 2.6
Texto Bíblico Básico - Mateus 7.21-17
O TESTEMUNHO DO CRISTÃO
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Muitos professam ser cristãos, mas suas vidas e prioridades indicam o contrário. Jesus coloca desta forma: "Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade" (Mateus 7:16-23).

Observe que a mensagem de Jesus é a mesma que a mensagem de Tiago. A obediência a Deus é a marca da verdadeira fé salvadora. Tiago usa os exemplos de Abraão e Raabe para ilustrar a obediência que acompanha a salvação. Simplesmente dizer que acreditamos em Jesus não nos salva, e nem o serviço religioso. O que nos salva é quando o Espírito Santo regenera os nossos corações, e essa regeneração será invariavelmente vista em uma vida de fé com uma obediência contínua a Deus.

Compreender mal a relação entre fé e obras vem de não entender o que a Bíblia ensina sobre a salvação. Há realmente dois erros no que diz respeito a obras e fé. O primeiro erro é o ensino que, contanto que uma pessoa faça uma oração ou diga "Eu acredito em Jesus" em algum momento de sua vida, então ela é salva, e nada mais importa. Assim, uma pessoa que, quando criança, levantou a mão num culto da igreja é considerada salva, mesmo se nunca demonstrou qualquer desejo de caminhar com Deus desde então ou se de fato estiver vivendo em pecado flagrante. Este ensinamento, às vezes chamado de "regeneração decisional", é perigoso e enganador. A ideia de que uma profissão de fé salva uma pessoa, mesmo se ela viver como o diabo depois, assume uma nova categoria de crente chamado de “crente carnal”. Isso permite que vários estilos de vida ímpios sejam desculpados. Um homem pode ser um adúltero nada arrependido, mentiroso ou ladrão de banco, mas ele é salvo; é apenas "carnal". No entanto, como podemos ver em Tiago 2, uma profissão de fé vazia - uma que não resulte em uma vida de obediência a Cristo - é, na realidade, uma fé morta que não pode salvar.

O outro erro no que diz respeito a obras e fé é a tentativa de tornar obras parte do que nos justifica diante de Deus. A mistura de obras e fé para ganhar a salvação é totalmente contrária ao que a Bíblia ensina. Romanos 4:5 diz: "Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça." Tiago 2:26 diz: “a fé sem obras é morta.” Não há nenhum conflito entre essas duas passagens. Somos justificados pela graça mediante a fé, e o resultado natural da fé no coração são obras que todos podem ver. As obras que seguem a salvação não nos justificam diante de Deus; elas simplesmente fluem do coração regenerado tão naturalmente como a água que flui de uma nascente.

A salvação é um ato soberano de Deus pelo qual um pecador não regenerado tem "o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo" derramado sobre ele (Tito 3:5), causando-o assim a nascer de novo (João 3:3). Quando isso acontece, Deus dá ao pecador perdoado um novo coração e põe um novo espírito dentro dele (Ezequiel 36:26). Deus tira o coração de pedra endurecido pelo pecado e enche-o com o Espírito Santo. O Espírito, em seguida, faz com que a pessoa salva ande em obediência à Palavra de Deus (Ezequiel 36:26-27).

A fé sem obras é morta porque revela um coração que não foi transformado por Deus. Quando somos regenerados pelo Espírito Santo, a nossa vida irá demonstrar essa nova vida. Nossas obras serão caracterizadas pela obediência a Deus. A fé invisível se tornará visível pela produção do fruto do Espírito em nossas vidas (Gálatas 5:22). Os cristãos pertencem a Cristo, o Bom Pastor. Como Suas ovelhas, nós ouvimos a Sua voz e o seguimos (João 10:26-30).

A fé sem obras é morta porque a fé resulta em uma nova criação, não uma repetição dos mesmos padrões de comportamento pecaminoso. Como Paulo escreveu em 2 Coríntios 5:17: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

A fé sem obras é morta porque vem de um coração que não foi regenerado por Deus. Profissões vazias de fé não têm poder para mudar vidas. Aqueles que afirmam ter fé, mas que não possuem o Espírito, vão ouvir o próprio Cristo dizer-lhes: "nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade" (Mateus 7:23).

FAZENDO A DIFERENÇA
Você acreditaria numa pessoa que se diz eletricista, mas não con­segue trocar uma lâmpada? Você acreditaria num homem que diz ser excelente piloto, mas não consegue estacionar o carro numa gara­gem? Você acreditaria em alguém que diz ser matemático, mas não sabe o resultado de 8 x 8? Tiago também quer saber como uma pessoa pode dizer que tem fé, mas não possui uma obra, nem uma sequer, para poder provar essa fé! O problema é sério!
Qual é a fé que salva? Como conciliar Romanos 3.28 com Tiago 2.24? Estaria Tiago contradizendo o ensino de Paulo? Qual o papel das obras na salvação?

Qual é o problema?

“Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras?
Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?” (Tiago 2.14)

Esse versículo, que é uma pergunta, leva-nos ao ponto central desta lição. Tiago quer saber como uma pessoa sem obras pode dizer que está salva. Antes que você pense errado, acompanhe comigo algumas observações.
Tiago inicia o parágrafo fazendo uma pergunta (Tg 2.14)
Uma pergunta não é uma afirmação. Uma pergunta chama ou espera uma resposta. En­tão, o autor está apenas iniciando o diálogo com seus leitores. A palavra “proveito”, no grego, significa “lucro ou vantagem”. Não pense que Tiago pregou a salvação pelas obras, contradi­zendo o apóstolo Paulo. Analise as três afirmações a seguir.
a. Tiago dirige suas perguntas a alguém que defende a “fé somente”.
b. Tiago não afirma que a fé não pode salvar; ele está dizendo que a fé que essa pessoa afirma ter, ou seja, uma fé sem obras, não pode salvar.
c. Paulo e Tiago querem dizer a mesma coisa com a palavra “obras”: atos praticados em obediência à palavra de Deus. A diferença entre eles é o contexto em que essas obras são praticadas. Paulo nega que as obras possam ter algum valor em nos colocar num rela­cionamento com Deus; Tiago insiste em que, uma vez estabelecido o relacionamento, as obras são essenciais (Douglas Moo, Tiago. Introdução e Comentário, p.100).
 Tiago ilustra de cinco maneiras o ensino que quer transmitir (Tg 2.15-25)
a. Indiferença em face dos irmãos necessitados (Tg 2.15-17). Como reage o crente? Ele se despede das pessoas necessitadas usando palavras evasivas e piedosas. “Vá em paz, irmão”, ou “orarei por você”. Mas o necessitado não está precisando de oração, e sim de auxílio material. Observe que Tiago não está falando de alguém na igreja que está querendo um carro mais novo, ou uma casa na praia ou no campo. Ele está falando de gente na igreja que não tem o pão de cada dia, nem roupa suficiente para se cobrir ou se proteger do frio. Um prefeito, não evangélico, de uma cidade do interior de São Paulo, fez a seguinte afirmação: “Quando vejo um mendigo na rua, tenho certeza de que não é evangélico”. Que testemunho bonito, demonstrando que os crentes estão cuidando dos seus (1Tm 5.9)!
b. Pergunta retórica (Tg 2.18). É o que os gregos chamavam de diatribe, isto é, “questões e objeções que são postas na boca de um crítico imaginário” (F.F. Bruce); recurso literário que Paulo muito usou na carta aos Romanos. Leia este versículo em outra versão. “Mas alguém poderá dizer: ‘Você tem fé, e eu tenho ações.’ E eu respondo: ‘Então me mostre como é possível ter fé sem que ela seja acompanhada de ações. Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações’” (NTLH). Tiago não está simplesmente desafiando alguém de maneira inconsequente, ele só declara que a fé sem obras não é uma fé genuína e não pode ser provada.
c. Demônios (Tg 2.19). Pode soar estranho afirmar que demônios creem! Todavia, observe duas coisas. Primeiro, o autor pergunta: “Crês tu que Deus é um só?” A confissão da unidade de Deus (Dt 6.4) fazia parte da doutrina básica recitada duas vezes ao dia pelo judeu piedoso. Jesus confirmou isso, conforme Marcos 12.28-29. O segundo fato a observar é a natureza da “fé” dos demônios, que é mera apreensão intelectual. Aceitar certas coisas como verdadeiras não significa envolvimento ou entrega pessoal. Na época de Jesus (assim como em nossos dias), muitos acreditaram que Ele era quem dizia ser, mas nem por isso se tornaram Seus discípulos (Jo 6.14-15). O próprio Pilatos declarou, duas vezes, a ino­cência de Jesus Cristo (Jo 18.38; 19.4). Tiago afirma que essa espécie de “fé demoníaca” é um simples reconhecimento de uma verdade. Eles chegam a tremer (literalmente, “eriçar os cabelos”), mas sabemos que não são salvos. A fé salvadora vai além do intelecto, pois atinge nossa vontade e nossas ações.
d. Abraão (Tg 2.20-24). Tiago volta ao passado e vai buscar o personagem do Antigo Testamento que ficou conhecido como o “pai de todos os que creem” (Rm 4.11), Abraão. Interessante notar que é o mesmo homem de quem o apóstolo Paulo lança mão quando quer ensinar a doutrina da justificação pela fé, em Romanos 4. Todavia, existe uma dife­rença crucial que precisa ser feita. Quando Paulo se refere a Abraão, menciona Gênesis 15.1-6; quando Deus fez a promessa e Abraão “creu no Senhor, e isso lhe foi imputado (“creditado” – NVI) para justiça” (Gn 15.6). Quando Tiago cita Abraão como parte do seu argumento, ele menciona o homem que estava sendo provado por Deus, conforme Gênesis 22, e conclui: “Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou” (Tg 2.22). Os dois escritores do Novo Testamento citam o mesmo Abraão, mas Paulo está em Gênesis 15, na promessa; enquanto Tiago está em Gênesis 22, quando Isaque já era um cumprimento vivo e palpável. Em outras palavras, quando Abraão ofereceu seu filho Isaque, mostrou com essa obra a sua fé.
e. Raabe (Tg 2.25). A história de Raabe é descrita em Josué 2.1-21, e também é citada em Hebreus 11.31. Ela havia se convencido de que “o Senhor, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra” (Js 2.11). Baseada nessa “fé”, ela “acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho” (Tg 2.25). O autor aos Hebreus enfatiza a fé de Raabe, enquanto Tiago assinala as obras de Raabe.
As conclusőes de Tiago (Tg 2.17,24,26)
Observe como estes versículos começam.
Tiago 2.17 – “Assim, também…”
Tiago 2.24 – “Verificais que…”
Tiago 2.26 – “Porque, assim como…”
São palavras que exprimem conclusão. Significam que Tiago apresenta um relato racio­nal da sua tese doutrinária: a fé sem obras é falsa, inoperante, estéril e morta.
Como você vive a sua fé? Se a sua fé é só de palavras, servindo apenas como justificativas e títulos, é hora de começar a agir. O primeiro passo é fazer como Abraão e Raabe: sair de sua zona de conforto e entregar nas mãos de Deus o que você tem de mais valioso. Lembre-se de que a indiferença é marca da fé morta.

Que significa?

Podemos responder à pergunta acima com as seguintes afirmações:
• Obras não produzem fé, mas a fé produz obras, e as obras confirmam a fé.
• O contraste é entre fé sem obras e obras sem fé, e não entre fé e obras.
• A questão não é opção entre fé e obras, mas entre a fé viva e a morta.
• Tiago nunca afirma que as obras podem salvar, mas sim que a fé genuína e viva sempre redundará em boas obras.
Alguns acham que o ensino de Tiago contradiz o ensino de Paulo acerca da justificação pela fé. Todavia, o quadro comparativo a seguir procura esclarecer a questão.
Paulo
– Rejeita obras sem fé
– Nega a eficácia das obras antes da conversão
– Declara como alguém é justificado
– Confirma a declaração por Deus da nossa retidão
– Abraão afirma que foi justificado porque creu em Deus

Tiago
– Rejeita a fé sem obras
– Apela à necessidade de obras depois da conversão
– Enfatiza como alguém deve viver depois de justificado
– Trata da demonstração de nossa retidão
– Abraão afirma que foi justificado porque obedeceu a Deus

Não temos que fazer opção por um ou outro. Temos que aceitar o ensino dos dois, por­que eles se completam e não se contradizem. Quando somos confrontados com a doutrina da salvação pelas obras, temos que chamar o teólogo Paulo, como fizeram os reformadores. Entretanto, quando somos confrontados pelos que acham que obras são desnecessárias para os cristãos, devemos ouvir o pastor Tiago.
Para que você foi salvo? Deus nos justificou para ficarmos aguardando o conforto do céu? A fé viva em Jesus Cristo, além de nos garantir vida eterna com o Senhor, permite que comecemos a viver assim hoje. Se de fato fomos salvos pela graça, é hora de divulgar essa graça por meio de obras que demonstrem a nossa salvação.

Que aprendemos?

• Que desafios há para nós nesta lição?
• Aprendemos algo novo? O quê?
• Há neste texto alguma proposta para mudarmos algo em nossa vida?
• Que outros textos confirmam esse ensino? Sugestão: procure na seção “meditação diária”, no começo desta lição.
A pergunta-chave é: qual a diferença que a fé em Jesus Cristo faz na minha vida e na vida das pessoas ao meu redor?
Por toda a epístola de Tiago, fica claro que o problema dos irmãos destinatários não era a ortodoxia (doutrina correta), mas a ortopraxia (prática correta). Eles não tinham problemas com o “crer”, mas com o “fazer”. É um desafio para todos nós, que enfatizamos tanto a sal­vação pela fé em Cristo Jesus, e constantemente nos esquecemos de que nossas obras serão julgadas. No encerramento desta lição, vale reler 2 Coríntios 5.10: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo”.
É O ALICERCE QUE DÁ CONDIÇÕES PARA FAZER A DIFERENÇA
Toda casa, toda edificação tem alicerces, se não tiver corre o risco de ruir antes mesmo de ser habitada. A fé é igual ao alicerce das construções, não faz parte da decoração, ninguém vê, mas se não existir tudo acaba desabando.

O alicerce e a fé têm muitos pontos em comum e foi sobre fé que Jesus falou quando contou a parábola dos dois alicerces. Certa vez Jesus estava falando à multidão, quando fez uma comparação fácil de ser entendida por todos os que O ouviam e disse que a pessoa que escuta Suas palavras e as pratica, é semelhante ao homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha. Desceu a chuva, correram os rios, sopraram os ventos, combatendo fortemente a casa, mas ela permaneceu de pé, firme, porque tinha um belo alicerce construído sobre a rocha.

Em contra partida, quem ouve as palavras de Jesus e não as cumpre, é como um homem insensato, que construiu sua casa sobre a areia e quando desceu a chuva, correram os rios e soprou o vento com ímpeto sobre a casa, ela não resistiu e caiu e o texto acrescenta que foi grande a sua queda.

O texto fala de duas casas, cada uma com um tipo de alicerce. A Bíblia diz o seguinte:De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. (Romanos 10:17). Todo mundo tem a oportunidade de ouvir a Palavra de Deus pelo menos uma vez na vida, mas o que se faz do que se ouve é que vai fazer a diferença durante nossa jornada na terra e, principalmente, na hora de acertar as contas com Deus, pessoalmente.

A parábola que Jesus contou fala de dois homens, um é chamado de prudente e o outro é chamado de insensato. O prudente e o insensato tiveram igual oportunidade de ouvir a Palavra de Deus, a diferença ficou por conta do que praticou o que ouviu e do que ouviu com um ouvido e vazou pelo outro e não praticou o que ouviu.

A fé é o alicerce de nossas vidas, sem fé é impossível agradar a Deus e impossível sobreviver às fortes chuvas, rios e ventos vida afora. Assim como o alicerce da casa, a fé não é visível a olhos nus. O que se vê do alicerce é a solidez da construção, se o alicerce for bom, a casa não terá rachaduras, as paredes não ficarão trincadas e a casa sobreviverá às intempéries da natureza. 

O que se vê da fé é o resultado dela na vida de quem pratica a Palavra de Deus.
A Rocha é Jesus, quem edifica sua vida sobre o firme fundamento da fé Nele e pratica Sua Palavra tem a segurança de enfrentar as tempestades sem se abalar. O oposto é terrivelmente verdadeiro e quem ouve e faz pouco caso da Palavra de Deus, está fadado ao insucesso, ainda que se torne uma pessoa rica, porque todo sucesso (do ponto de vista humano) não se compara a uma vida ao lado de Jesus e toda a alegria que ela proporciona.

Troque seu alicerce de areia, pela casa plantada sobre a Rocha e duas coisas acontecerão: você vai ganhar uma nova vida e um novo coração, moldado pelo Espírito Santo de Deus. A nova história de sua vida vai testemunhar do alicerce de sua fé e seu novo coração transformará você numa pessoa bem melhor, aproximando seu caráter do caráter de Jesus, que é manso e humilde de coração.

FONTE DE PESQUISA
http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/vida-crista/o-perigo-da-fe-sem-obras/
https://www.gotquestions.org/Portugues/fe-sem-obras-morta.html
http://sombradoonipotente.blogspot.com.br/2014/01/a-parabola-dos-dois-alicerces.html

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